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Recriação Histórica

Fazemos recriação de várias épocas, desde a Antiguidade Clássica até aos nossos dias,

participamos também com figuração em eventos, demonstrações ao vivo, filmes e

documentários, pois apesar da associação ser recente, os seus membros têm já um vasto

percurso de trabalhos e experiência em recriação histórica e participaram em diversos

eventos históricos em museus e monumentos, mercados e feiras medievais, por todo o país,

tanto ao nível da recriação como de produção e animação.

Ao longo do tempo temos vindo animadamente a educar e entreter o público português,

oferecendo aos visitantes a oportunidade de experimentar actividades, entre outras, como os

jogos de mesa, ou até um treino de armas para aqueles que se interessam pelo manusear de

uma espada.

Na ala civil recriamos vários ofícios de época, como a tecelagem, curandeira, moleira,

padeira, boticário, peixeiro, iluminista, armeiro, malheiro, picheleiro, taberneiro,

entre outros. Através das oficinas e acções de formação promovemos as artes civis numa

perspetiva pedagógica.

Na ala militar são recriadas as técnicas de combate de várias épocas, participamos em

torneios medievais e demonstrações de combate apeado.

A Reconquista

Foi nesta época que nasceu Portugal
Entre o século XI e o século XIII recriamos o quotidiano civil e militar das culturas Cristã e Al-Andaluz.

O fim da Idade Média

No seculo XIV e XV recriamos e desenvolvemos atividades ao nível do quotidiano civil com ofícios da época e o quotidiano militar com demonstrações de armas.

Os Descobrimentos

Entre os séculos XVI e XVII recriamos uma época em que as explorações marítimas pioneiras realizadas por portugueses e espanhóis deram-nos a conhecer novos mundos.

O século das Luzes

O século XVIII foi o século das Luzes, da exuberância e do luxo.
Recriamos alguns quadros da vida e dos costumes deste período, através da recriação das roupas, conversas, quotidianos e episódios que marcaram a nossa história.

Mesteres

Toda a cidade, grande ou pequena, possuia um número e uma diversidade de artesãos de primeira categoria,
pois nenhuma burguesia queria prescindir dos objetos fabricados que a satisfação das suas necessidades exigia.
Começaram então a aparecer por toda a parte os artesãos indispensáveis à sua existência quotidiana:
padeiros, moleiros, alfaiates, ferreiros, oleiros, picheleiros, tecelãs, entre outros.